sábado, 30 de janeiro de 2010

Roma: os lugares mais românticos para passar o dias de São Valentim


Com o dia de São Valentim, o dia dos namorados na Itália (14 de fevereiro), para quem é romântico mas não tem muita grana e está na Itália, particularmente em Roma, a dica é ir no até o rio Tevere que já está acostumado com as comemorações desta data.

O Tevere é um lugar legal que oferece muitas opções para várias ocasiões, desde seus restaurantes no rio, ou os passeios pelas alamedas. Mas para quem quer impressionar e resolveu dizer “te amo” em Roma, aqui vão as dicas de quatro pontos para levar seu amor e se declarar. A ponte Sublicio, é o lugar, uma das pontes mais antigas da cidade: um passeio curto mas que impressiona.

Para os mais tímidos que precisam de mais incentivos, a grandeur da ponte Sant’Angelo é uma aliada; para aquela pessoa mais intimista a ponte Sisto é o lugar apropriado, onde é possível ver através de um bionóculo gigante o fórum redondo onde antigamente servia para controlar o horizonte. Para quem decidiu oficializar a relação, vá direto para a Ponte Milvio, que aparece no romance cult de Moccia “Ho voglia di te”, antes assista o filme, e siga passo a passo o roteiro do filme, já que os atores do filme juraram amor eterno….

Foto Yfrog.com
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Itália recorre de decisão sobre crucifixos em salas de aula


O Governo italiano apresentou hoje ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos processo no qual solicita a reavaliação do caso Lautsi contra a Itália, que considera que a presença de crucifixos nas salas de aula é contrária ao Convênio Europeu de Direitos Humanos.

Fontes do Tribunal disseram à Agência Efe que a solicitação será examinada previsivelmente no próximo mês de março. Nestes casos, se costuma convocar uma audiência pública na sede de Estrasburgo para escutar os argumentos das defesas das duas partes.

A nova sentença dos 17 juízes que compõe o tribunal não será emitida antes do próximo ano.

A sentença unânime publicada em novembro do ano passado pelos sete juízes da Segunda Vara do Tribunal considerou que "a exibição obrigatória do símbolo de uma determinada confissão em instalações utilizadas pelas autoridades públicas, e especialmente em salas de aula" restringe os direitos dos pais a educar seus filhos "em conformidade com suas convicções".

A decisão condenou a Itália por uma violação do artigo 2 do Protocolo nº 1 (Direito à instrução) examinado conjuntamente com o artigo 9 (Liberdade de pensamento, de consciência e de religião) do citado Convênio.

La protesta dei magistrati Da Nord a Sud: "Ecco i mali"


Magistrati, il giorno della protesta.   Ma a l'Aquila sfilano con le toghe a lutto

I giudici decidono di lasciare le aule con la Costituzione in mano. In Abruzzo si ricorda il sisma dello scorso aprile

MILANO - Ieri la Cassazione, oggi le 26 Corti di Appello. Si completa la tradizionale due giorni di cerimonia che apre il nuovo anno giudiziario in Italia. E protagonista, ancora una volta, non sarà solo la relazione di procuratori generali e presidenti delle Corti del Belpaese ma anche la protesta dell’Associazione nazionale magistrati. Una protesta che anche quest’anno l’Anm intende manifestare con clamore, per palesare a tutti il «disagio» di fronte a iniziative giudiziarie di governo e maggioranza bollate come «distruttive» della giustizia, mentre mancano interventi per assicurare che il sistema funzioni con efficienza.

SEDIE VUOTE - E per dire basta ad «insulti e aggressioni», a cominciare da quelli del presidente del Consiglio. Come è scritto nel documento della Magistratura associata. I giudici iscritti all'Anm saranno presenti alle cerimonie con indosso la toga e con in mano una copia della Costituzione. Ma dalle aule di Giustizia i magistrati usciranno in massa per protesta quando prenderà la parola il rappresentante del governo. Non è successo ieri in Cassazione, presenti Napolitano e Berlusconi, per rispetto alle massime Istituzioni e ai doveri costituzionali di lealtà fra Istituzioni. E non succederà, unico caso, oggi all’Aquila dove a prendere la parola è il Guardasigilli Angelino Alfano. Una distinzione, quest’ultima, decisa in segno di rispetto per una regione e un palazzo di Giustizia così dolorosamente colpiti dal terremoto.

SOTTO LE MACERIE - Nel capoluogo abruzzese la cerimonia si è aperta con i magistrati che hanno sfilato indossando toghe nere, in segno di lutto per il sisma del 6 aprile scorso. «È sembrato a tutti noi opportuno e coerente con la drammatica situazione aquilana - ha detto il presidente della Corte, Giovanni Canzio - che la tradizionale cerimonia di inaugurazione si svolgesse in termini di significativa sobrietà, ridimensionando gli aspetti più esteriori e formali, tenuto conto dell'oggettiva difficoltà di recupero e sistemazione delle consuete toghe rosse, rimaste sepolte tra le macerie del Palazzo di Giustizia». Canzio ha ricordato che «la notte del 6 aprile L'Aquila e il suo circondario sono stati colpiti da un terremoto distruttivo di vaste proporzioni, che ha fatto crollare, in tutto o in parte, la quasi totalità degli edifici pubblici, fra i quali il Palazzo di Giustizia che ospitava, oltre alla Corte d'appello e alla Procura generale, anche il tribunale ordinario, la Procura della Repubblica e il tribunale di sorveglianza». «I magistrati e quasi tutto il personale amministrativo residenti all'Aquila - ha continuato Canzio - hanno perduto la propria abitazione, trasferendosi in alloggi provvisori sulla costa o nelle tendopoli».

«PROCESSO BREVE? SI', MA...» - Nel frattempo arrivano nuove aperture al processo breve, seppure con tutta una serie di distinguo. Il presidente facente funzione della Corte d'Appello di Milano, Ruggero Pesce, spiega ad esempio nella ua relazione che «è un ottimo intendimento, ma se lo si attuasse senza la preventiva realizzazione dei presupposti strutturali, normativi e finanziari, si offrirebbe solo il fianco a dure polemiche, come si è visto». Per il magistrato, quindi, attuare una riforma come quella del processo breve senza mezzi «sarebbe come chiedere a un malato di guarire semplicemente imponendoglielo per regolamento». «È consolante che la politica si sia finalmente accorta dell'inefficienza del sistema Giustizia e che abbia assunto concrete iniziative per velocizzare il processo civile e penale - fa invece notare il presidente della Corte d'appello di Palermo, Vincenzo Oliveri -. È sconfortante invece che queste iniziative si muovano su uno scenario di scontro istituzionale, in un clima avvelenato, caratterizzato da ripetuti e scomposti attacchi ai giudici».

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Após dez anos de disputas, Itália inaugura auditório de Niemeyer


O auditório de Niemeyer em Ravello lembra seu projeto para o MAC, em Niterói (Foto: Giovanni Di Natale)

Com três dias de concertos musicais, um festival de cinema, shows de dança e uma exposição, será inaugurada nesta sexta-feira, na cidade de Ravello, na Itália, o Auditório Oscar Niemeyer.

A estrutura projetada pelo arquiteto brasileiro passou dez anos envolvida em polêmicas ambientais e legais até ser finalmente concluída.

A onda de cimento armado de Niemeyer pode ser vista de longe, num pequeno trecho da costa Amalfitana, no sul da Itália.

O novo auditório da cidade de Ravello, que fica debruçado sobre um precipício junto ao mar, custou 18,5 milhões de euros, ou RS$ 48 milhões, financiados pela União Europeia.

Obstáculos
Niemeyer começou a projetar o auditório em 2000, a pedido do amigo Domenico De Masi, sociólogo que preside a Fundação Ravello, que encomendou a obra.

O projeto demorou para sair do papel por causa de uma lei local que impede novas construções na cidade, de apenas 2,5 mil habitantes.

“A última grande construção em Ravello foi a Vila Rufolo, no século 11, que marcou a entrada da cidade no segundo milênio”, disse De Masi à BBC Brasil.

Baseada nessa legislação, a organização Itália Nostra, voltada para a defesa do patrimônio cultural, histórico e ambiental do país, acionou a Justiça para impedir a construção do auditório.

Depois de oito ações judiciais obstruindo a obra, o auditório finalmente saiu do papel quando o governo da região de Campânia aprovou uma lei regional se sobrepondo às restrições locais de Ravello e liberando a construção.

“A construção do auditório foi um primeiro milagre diante da burocracia do país. O segundo milagre foi deixar praticamente todas as pessoas a favor do projeto”, diz De Masi.

Para o sociólogo, assim como a vila Rufolo marcou a entrada da cidade no segundo milênio, o auditório Niemeyer lança agora Ravello no terceiro.

O auditório
O projeto italiano de Niemeyer lembra bastante o Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Assim como seu similar fluminense, o auditório italiano está à beira da costa, frente ao mar.

O auditório, em formato de uma enorme concha acústica, tem as fachadas frontal e lateral espelhadas, que duplicam o efeito visual da paisagem cinematográfica.

Internamente, as paredes e os tetos foram cobertos de placas onduladas de acrílico. Esse material, aliado ao formato côncavo do salão, garante uma reverberação sonora perfeita. O piso é de parquet (pedaços de madeira de tamanhos variados).
As poltronas foram desenhadas pelo próprio Niemeyer e produzidas pela fábrica italiana Frau, uma empresa de design de grande projeção internacional. As cadeiras são revestidas com uma tela especial em quatro tonalidades diferentes de azul, reproduzindo as cores do mar.
“Oscar Niemeyer se superou. Foi além das nossas expectativas, como sempre. O projeto foi realizado perfeitamente. Ele é mais bonito do que todos nós imaginávamos que seria. Falei com ele alguns dias atrás e o arquiteto está muito feliz com a inauguração”, disse à BBC Brasil o sociólogo De Masi.

Niemeyer na Itália
Para desenvolver o auditório de Ravello, Niemeyer não precisou pisar na Itália nenhuma vez. De Masi explica que fotos do local, mapas topográficos e visitas de colaboradores de confiança guiaram os olhos e as mãos do arquiteto ao longo do projeto.

“Nem sempre os arquitetos visitam pessoalmente os locais das construções. Isso acontece com bastante frequência na arquitetura”, disse.

O auditório não foi a primeira obra de Oscar Niemeyer no país. Em 1975, o arquiteto ergueu em Segrate, periferia de Milão, a sede do grupo Mondadori à imagem e semelhança do Palácio do Itamaraty.

Ao longo dos cinco anos seguintes, Niemeyer construiria o quartel-general da Fata Engineering, em Turim, com andares intermediários suspensos da terra e fixados com tirantes de aço, tudo apoiado em seis pilastras.

O arquiteto também projetou teatros em Vicenza e Padova e uma ponte em Veneza, entre outros. Nem todos foram concretizados, mas os croquis e maquetes fazem parte da exposição no auditório de Ravello sobre a carreira de Niemeyer.

Guilherme Aquino

De Ravello para a BBC Brasil

Berlusconi quer promover chefe da defesa civil a ministro

Guido Bertolaso

L'Aquila, Ansa - O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, disse ontem que o atual chefe da Defesa Civil, Guido Bertolaso, deve ser nomeado ministro em reconhecimento aos trabalhos coordenados por ele após o terremoto que atingiu a região de Abruzzo, centro do país, em abril do ano passado.     O anúncio foi feito pelo premier na cidade de L'Aquila, capital de Abruzzo e epicentro do tremor ocorrido em 6 de abril, que alcançou 5,8 graus na escala Richter e causou quase 300 mortes.     Berlusconi visitou o local para a cerimônia de posse do novo comissário responsável pela reconstrução de Abruzzo, Gianni Chiodi, que substituirá o próprio Bertolaso. Na ocasião, ele falou ainda de ações futuras que deverão ser adotadas para promover a recuperação da economia da região.

"Empenho-me em enfrentar de imediato o relançamento econômico de Abruzzo. Este é o compromisso do presidente [do Conselho de Ministros; ele próprio] e do novo ministro, pois o mínimo que podemos fazer por Bertolaso é promovê-lo ao status de ministro", anunciou Berlusconi.

Nesta semana, o chefe da Defesa Civil italiana causou polêmica durante uma visita ao Haiti, atingido por um terremoto de 7 graus na escala Richter no dia 12.    No país, o italiano criticou a forma como é coordenada a ajuda humanitária. Para ele, falta liderança nos trabalhos. Bertolaso ainda questionou o envio de militares norte-americanos à capital Porto Príncipe, devastada pelo abalo.  As declarações causaram um mal-estar envolvendo a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e obrigaram o chanceler italiano, Franco Frattini, e o próprio Berlusconi a intervirem para esfriar a polêmica.

Indagado pela imprensa sobre o anúncio feito pelo premier, Bertolaso se mostrou surpreso. "Eu também escutei [as palavras de Berlusconi], como vocês, como todos, mas a verdade é que não sei de nada", disse ele.

Religiosidade atrasa a demência senil

Veneza, Ansa - A religiosidade, entendida como uma disposição à religião ou espiritualidade, retarda a evolução da demência senil. É o que indica um estudo realizado por dois cientistas da Clínica Geriátrica da Universidade de Pádua, dirigida pelo professor Enzo Manzato e publicada na revista Current Alzheimer Research.     O estudo, que se realizou em 64 pacientes com o mal de Alzheimer em estágios distintos da doença, acompanhou por 12 meses a progressão de sua demência, após dividi-los em dois grupos, segundo a sua religiosidade: o grupo dos que tinham um baixo nível de religiosidade, e aquele com um nível de religiosidade alto ou moderado.

Por um ano, os pacientes foram submetidos a testes para medir seu estado mental e funcionalidade nas atividades diárias, tanto as que permitem um primeiro grau de autosuficiência (se vestir, tomar banho e comer sozinhos), como aquelas mais complicadas (como telefonar).     Os pacientes do grupo de menor religiosidade tiveram ao longo dos 12 meses uma perda das capacidades cognitivas 10% superior daqueles com um nível médio-alto de religiosidade.

As doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer não têm cura. Os remédios e condições especiais de vida só podem retardar sua evolução.

"Os estímulos sensoriais provenientes de uma vida social normal atrasam o declínio cognitivo, explica o professor Manzato, mas no caso do estudo citado parece ser a religiosidade interior a maior responsável por adiar a perda cognitiva. Não se trata portanto de um ritual associado a determinados comportamentos sociais, mas de uma tendência real em 'acreditar' em uma entidade espiritual".

Imigrantes cometem crimes como os italianos

Mariano Crociata

Roma, Ansa - "Nossas estatísticas demonstram que as porcentagens de criminalidade de italianos e estrangeiros são semelhantes, senão idênticas", afirma o secretário-geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI), monsenhor Mariano Crociata, respondendo a uma pergunta dos jornalistas sobre as declarações do premier Silvio Berlusconi a respeito da participação dos imigrantes em atividades criminosas.   Na coletiva à imprensa ao término do Conselho Permanente dos Bispos, reunidos em Roma, monsenhor Crociata convidou a respeitar a "dignidade de todo ser humano, que não pode ser alvo de preconceito ou discriminação".

Berlusconi: menos clandestinos=menos criminosos
Silvio Berlusconi

Menos extracomunitários é igual a menos criminosos. Esta foi a equação vinculante do primeiro-ministro italiano que, ao término da reunião do Conselho de Ministros na Reggio Calabria, reivindicou o punho de ferro contra a imigração clandestina, que deu resultados "muito positivos". Um fato importante, destaca Berlusconi, porque uma "redução dos imigrantes ilegais na Itália significa menos forças indo engrossar as fileiras dos criminosos".

A tese não é nova e é quase diariamente proclamada pela Liga Norte, mas é a primeira vez que o premier fala dos "extracomunitários" como potenciais criminosos.

Mais uma vez fica evidente a distância entre o premier e o outro co-fundador do PDL Gianfranco Fini, que na mesma hora em que Berlusconi falava na Calábria, manifestou uma opinião oposta sobre o problema da imigração.

Segundo Fini, que falou durante o lançamento de um livro sobre a Unificação da Itália, na construção da ideia de Nação devemos evitar "a tentação do etnicismo e do revanchismo" e apostar na ideia democrática aberta "aos novos cidadãos".

É portanto uma Itália cada vez mais multiétnica aquela que Fini imagina, onde os imigrantes e seus filhos são um fator de crescimento e não um inimigo a ser combatido.

Essa posição é compartilhada pela oposição, que acusa o premier italiano de racismo e de subordinação ao pensamento da Liga.

"Uma frase assim - diz o líder do PD, Pier Luigi Bersani, em se referindo à declaração de Berlusconi - nos afasta de qualquer contexto moderno. Um governo não pode sempre explorar os medos, mas deve também saber guiar o país à racionalidade".

Já o líder do Itália dos Valores (IDV), Massimo Donadi, afirma que "a Itália precisa de leis severas mas justas, não de slogans racistas inúteis que alimentam o clima de intolerância".

É verdade que os extracomunitários são atraídos pela vida criminosa?

Uma pesquisa da Caritas sobre a taxa de delinqüência entre os imigrantes nega essa suspeita. As estatísticas indicam que os extracomunitários legalizados infringem a lei quase tanto quanto os italianos: 1,4% dos estrangeiros contra 0,75% dos italianos.

"É falso que a taxa de criminalidade dos imigrantes seja muito superior àquela dos italianos", afirma Caritas.

Os partidários do premier afirmam que as palavras de Berlusconi foram deturpadas e mal interpretadas.

"É evidente que a referência do premier era para os imigrantes que chegam à Itália via organizações criminosas", disse o líder do PDL no Senado Maurizio Gasparri.

O clima político no entanto é pouco favorável a medidas pró-imigrantes. Da lei comunitária no Senado foi descartada a regularização dos imigrantes sem contrato.

O que os italianos pensam dos imigrantes

Roma, Ansa - Sessenta e quatro por cento dos italianos acham que a presença dos imigrantes aumenta a criminalidade no país, mas 60,4% acreditam que os estrangeiros contribuem para o crescimento econômico.    Os dados são de uma pesquisa publicada no relatório "Italia 2010" de Eurispes, o instituto privado e sem fins lucrativos que faz estudos econômicos, sociais e políticos.

Para 46,1% uma atitude de desconfiança em relação aos imigrantes é perfeitamente justificável; 22,8% consideram essa atitude perigosa; para 17,7% ela é reprovável e 10,4% a compartilham.    De acordo com 86,4% dos entrevistados, os imigrantes exercem atividades que os italianos já não querem, mas 24,8% acreditam que eles tiram o trabalho dos italianos. Por outro lado, 58,9% dizem que o número de imigrantes no país ultrapassa a capacidade receptiva do território e da economia. Outros 59,1% pensam que os imigrantes favorecem um enriquecimento cultural, mas 29,9% dizem que ameaçam a identidade cultural dos italianos. Finalmente, 36,5% defendem que o Estado deveria incentivar a integração cultural dos imigrantes.  Para 33,6% o Governo deveria reforçar os controles para conter a imigração ilegal, mas 25,5% são favoráveis à simplificação burocrática da regularização dos imigrantes.   Já 31,7% acreditam que os meios de comunicação são responsáveis pela onda de xenofobia que assola a Itália, 24,7% a atribuem ao comportamento dos imigrantes e 17,3% culpam as políticas governamentais.

Quanto à aquisição da nacionalidade, que agora se obtém pelo direito de sangue ou após vários anos de residência legal na Itália, 60,3% dos entrevistados são favoráveis ao "ius soli", isto é, ao direito de cidadania por nascimento em solo italiano

Diretor italiano anuncia produção do primeiro filme pornográfico em 3D

O cienasta Tinto Brass (Foto: divulgação/site do artista)

Da EFE - O diretor italiano Tinto Brass, conhecido por uma filmografia recheada de títulos eróticos, anunciou que vai produzir o que chamou de "o primeiro filme pornográfico em 3D", informou hoje a publicação especializada "The Hollywood Reporter".       Brass, de 76 anos, cujo filme mais famoso e polêmico foi "Calígula", que conta a vida do sanguinário (e depravado) imperador romano, afirmou que este é o momento adequado para usar a tecnologia de três dimensões em um filme do gênero.    O cineasta deu detalhes sobre o filme em 3D, explicando que pensa em "retomar um projeto abandonado, sobre um imperador romano que foi arruinado pelos americanos", contou, em alusão a "Calígula", cuja produção ele abandonou já na fase final.        O diretor garantiu, ainda, que além de ser o primeiro filme pornográfico em 3D do mundo, será também a primeira produção em três dimensões feita na Itália.    Tinto Brass garantiu que vai começar a escrever o roteiro do filme nos próximos dias, e em breve vai selecionar o elenco. A intenção do diretor é começar a rodar o filme em maio ou junho.

Nine, o musical italiano


'N' eram as chances de dar certo a aposta do cineasta Rob Marshall (de "Chicago") em "Nine". O filme é baseado em um musical de sucesso da Broadway, tem roteiro assinado por Michael Tolkin e Anthony Minghella, orçamento de US$ 80 milhões e um time de estrelas que vai de Nicole Kidman e Penélope Cruz a Sophia Loren e Judi Dench passando por Marion Cotillard, Kate Hudson e Fergie. Sem falar no galã escolhido a dedo, Daniel Day-Lewis.


Saiba quem é quem no musical

"Nine" estreou ontem nos principais cinemas.



http://g1.globo.com/Noticias/Cinema

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Concorso di Poesia in Dialeto Veneto

BANDO CONCORSO “AQUE SLOSSE” 2010
Il concorso è a tema libero si articola in: sez. POESIA e sez. SATIRA (in versi)

Sono ammessi componimenti inediti, iscritti in uno dei dialetti delle Tre Venezie, si raccomanda un adeguato Glossario per i dialetti di radice Veneta, per gli altri è necessaria la traduzione del testo. Premio speciale al miglior testo espresso nel linguaggio di comuni contermini al Triveneto (Lombardo, Romagnolo e Sloveno).

I componimenti, uno per sez., stampati e brevi, dovranno pervenire a “Premio Aque Slosse - CP 44 - 36061 Bassano del Grappa (VI) - Italy” entro il 28 Febbraio 2010 in 6 copie, di cui una sola con firma, indirizzo e recapito telefonico. Obbligo indicare la sez. che si vuole concorrere.

Non sono ammessi al concorso i vincitori dell’ultima edizione, né i premiati dell’Alfiere d’Oro. Non è richiesta nessuna quota d’iscrizione.

Le Commissioni esaminatrici sceglieranno, in ordine, le tre migliori Poesie e le due migliori Satire.

L’organizzazione si riserva il diritto di una eventuale pubblicazione in raccolte antologiche dei lavori presentati, senza che ciò comporti compenso alcuno al concorrente.

La partecipazione presuppone l’accettazione delle norme che regolano il concorso.

Le premiazioni verranno inserite nel contesto della “Festa alle Aque” il 1° Maggio 2010 alle ore 15,00, presso le antiche fonti di San Giorgio a Bassano del Grappa. Stralcio del verbale della giuria sarà comunicato ai premiati.

Questo per i giovani
BANDO CONCORSO PREMIO “GINO PISTORELLO” 2010

Il concorso a tema libero si articola in due Sezioni: a) Ragazzi delle Scuole Medie Inferiori - b) Giovani fino al compimento dei 25 anni.

E’ ammesso un solo componimento inedito, scritto in uno dei dialetti delle Tre Venezie, corredato preferibilmente da un Glossario o da traduzione in lingua italiana del testo.

Si può presentare anche un testo in lingua italiana soltanto se accompagnato da un testo in dialetto.

I componimenti, stampati e brevi, dovranno pervenire a “Premio Aque Slosse - CP 44 - 36061 Bassano del Grappa (VI) - Italy” entro il 28 Febbraio 2010 in 6 copie, di cui una sola con firma, indirizzo, recapito telefonico, data di nascita e solo per i Ragazzi (sez. A) il nominativo della Scuola di appartenenza.

Non sono ammessi al concorso i vincitori dell’ultima edizione. Non è richiesta nessuna quota d’iscrizione.

La Commissione esaminatrice sceglierà un primo ed un secondo premio per Sezione, inoltre indicherà segnalazioni di merito ed eventuali menzioni.

L’Accademia si riserva il diritto di una eventuale pubblicazione dei lavori presentati, senza compenso al concorrente.

La partecipazione presuppone l’accettazione delle norme che regolano il concorso.

Le premiazioni verranno inserite nel contesto della “Festa alle Aque” il 1° Maggio 2010 alle ore 15,00, presso le antiche fonti di San Giorgio a Bassano del Grappa. Stralcio del verbale della giuria sarà comunicato ai premiati.

Per eventuali informazioni vedere su: (http://www.aqueslosse.it/
- info@aqueslosse.it)    o al Vicepresidente dell’Accademia - Valerio A. Baron su: (brigante@elbrigante.it)


Gianni Morandi conduce un appuntamento in cui è protagonista la buona musica

L'idea di partenza dello spettacolo è quella dell'anniversario di un avvenimento importante come lo sbarco del primo uomo sulla Luna, quando il futuro appariva carico di speranze. L'obiettivo è quello di capire quali sono i desideri dell'uomo in questo nuovo secolo e quale è la luna sognata dai giovani a quarant'anni di distanza dallo storico evento. Ad affiancare Gianni Morandi sul palco del Teatro Delle Vittorie c'è una giovanissima collega, la spiritosa e vulcanica Alessandra Amoroso. Durante ogni puntata si alternano grande musica ed ospiti a sorpresa (tra i quali Gianna Nannini, Renato Zero, Laura Pausini, Renzo Arbore, Al Bano, Neri Marcorè, Micaela Ramazzotti). Due momenti sono dedicati esclusivamente ai telespettatori: uno è quello in cui il pubblico può chiamare in diretta e richiedere il proprio brano preferito che poi il cantante di Monghidoro esegue alla chitarra. Il secondo è dedicato alle famiglie che desiderano ospitare Morandi a casa propria per godere di un concerto davvero speciale.


http://www.international.rai.it/tv/programmi/scheda.php?id=1251

Mais um capítulo do racismo na Itália

O prefeito de Brescia, Adriano Paroli, do PDL, informou aos imigrantes em dificuldades econômicas na cidade que serão doados 496 euros e mais a passagem de retorno ao seu país de origem, mas em troca eles não poderão entrar na Itália pelos próximos cinco anos.       A polêmica decisão se baseou no projeto "Nirva" (Network italiano per i rimpatri volontari assistiti), que é voltado apenas para um tipo de imigrante, e não para todos indiscriminadamente.  O Nirva trabalha de forma a garantir a reinserção social e econômica do ex-imigrado em seu próprio país, enquanto Paroli quer apenas que eles saiam da Itália e não retornem mais.  O fato, que contou com o desagravo de diversos órgãos de defesa dos imigrantes, é mais um neste triste capítulo de racismo.

http://www.radioitaliana.com.br/

iPad, a marzo in Italia

Il super gadget tecnologico della Apple subito disponibile in versioni WiFi. Prezzo in euro ancora non stabilito

Dopo fascino sorpresa, interrogativi per editoriaGià disponibile kit per sviluppare applicazioni Analisti, sarà il best seller del 2010 iPad, le immagini della presentazioneLe grandi innovazioni del marchio della melaPhotostory: Tutti i gioielli della casa della melaNuove tecnologie piacciono a vecchie generazioniMashable, l'iPad si puo' vincere con un 'tweet'
(di Titti Santamato)

ROMA - Sarà distribuita in tutto il mondo a marzo, e quindi anche in Italia, la versione base dell'Ipad, il nuovo super gadget tecnologico della Apple che Steve Jobs ha presentato a San Francisco. Nessuna notizia invece, sul prezzo in euro - come si apprende da fonti non ufficiali - nonostante le indiscrezioni circolate in Rete sulla possibile corrispondenza tra il costo in dollari e quello in euro. E sul web tra le speculazioni post-presentazione non manca una certa delusione per l'assenza del telefono e della fotocamera. La versione base che arriverà sul mercato mondiale, dunque non solo negli Stati Uniti, è l'iPad da 16GB, prezzo in Usa 499 dollari; il modello da 32 GB costerà invece 599 dollari, quello da 64 GB da 699 dollari.

Tutti i modelli hanno connessione alla rete tramite WiFi. Per la versione WiFi + 3G dell'iPad si dovrà invece aspettare sino ad aprile per gli Stati Uniti e "in un numero selezionato di nazioni" (ancora non si sa se l'Italia sarà tra queste). In Europa e nel nostro Paese tempi e prezzi sono al momento tutti da definire (non prima di fine marzo) anche perché dipenderanno dall'abbinamento con i piani telefonici appositi e dunque dagli accordi tra Apple e le compagnie di tlc.

Per gli Stati Uniti, comunque, la Mela ha reso noto i prezzi di questa versione Wi Fi + 3G: 629 dollari per il modello da 16GB, 729 dollari per il modello da 32GB e 829 dollari per il modello da 64GB. Sempre negli Usa, per quel che riguarda i piani tariffari, Apple e AT&T hanno annunciato piani 3G prepagati molto aggressivi (possibilità per utenti americani di navigare fino a 250 MB al mese per 14,99 dollari o senza limiti per 29,99 dollari), con facile attivazione e gestione sul dispositivo. L'iPad supporterà tutte le oltre 140.000 applicazioni già disponibili sull'App Store, ma include 12 innovative applicazioni progettate appositamente: tra queste, particolarmente interessante anche per la rivalità con Amazon, é l'iBookstore, una libreria di testi digitali in stile iTunes. Anche questa nuova applicazione sarà disponibile da fine marzo, cioé con la commercializzazione della versione base. Il nuovo gadget della Apple sarà venduto negli Stati Uniti attraverso l'Apple Store (www.apple.com), i negozi al dettaglio Apple e anche in un numero selezionato di rivenditori autorizzati Apple.

SCHERMO DA 9,7 POLLICI, NUOVO IBOOK STORE
Un display touch screen da 9,7 pollici con una tastiera virtuale e una leggibilità eccezionale ideale per libri, giornali e videogiochi, per un peso complessivo di 680 grammi. Sono queste le principali caratteristiche dell'iPad, il tablet presentato a San Francisco dal numero uno della Apple Steve Jobs, che ha annunciato la nascita del nuovo iBook Store, la libreria della Apple sulla falsariga dell'iTunes Store per la musica, con titoli a 9,99 dollari ma anche gratuiti. Jobs ha svelato inoltre la prima App dedicata all'iPad: quella del New York Times. L'Ipad è disponibile con una memoria flash tra i 16 e i 64 gigabite, il collegamento Wi-fi veloce, un microprocessore della Apple a 1 ghz, oltre alla possibilità di utilizzare tutte le application dell'iPhone. La batteria dura fino a 10 ore, con standby di un mese circa.

PRIMO LIBRO MOSTRATO E' MEMORIE TED KENNEDY - Il primo libro mostrato nella dimostrazione dell'iPad della Apple è 'True Compass', il libro di memorie di Ted Kennedy, in vendita su iBooks Store a 14 dollari 99. Il prezzo di listino dello stesso volume in libreria è di 35 dollari, che scendono a 19.25 su Amazon e a 9.99 nell'edizione su Kindle. Le case editrici che hanno aderito alla joint-venture dell'iPad sono Penguins, Harpers Collins di Rupert Murdoch, Simon and Shuster, MacMillan e Book Group, la filiale americana di Hachette.

http://www.ansa.it/

Plano extraordinário de combate à máfia

Reggio Calabria, Ansa - O governo italiano reunido na Reggio Calabria, no sul do país, aprovou ontem (28)e um plano extraordinário para combater o crime organizado.     O projeto de lei aprovado contém novas diretrizes anti-máfia, entre outros pontos.        O Executivo também emitiu um decreto que institucionaliza a Agência Nacional para os bens confiscados ao crime organizado, cuja sede será na Reggio Calabria, capital da região homônima. A cidade foi escolhida para fazer o anúncio depois de um atentado recente contra o Ministério Público local, que só provocou danos materiais, sem vítimas, e que foi atribuído à 'Ndrangheta, a máfia calabresa.  Na semana passada foi encontrado um veículo com explosivos e armas abandonado nas imediações do aeroporto da Reggio Calabria, no mesmo dia em que o presidente da República, Giorgio Napolitano, visitava a cidade.

A presença desse carro-bomba foi considerada uma advertência da 'Ndrangheta contra o Estado, que redobrou sua atividade de luta e apreensão de bens ao crime organizado.    Os juízes advertiram que, com o atentado à procuradoria e a ameaça a Napolitano, a 'Ndrangheta atacou pela primeira vez as instituições. A máfia calabresa é considerada atualmente a organização criminosa italiana mais globalizada e perigosa, que cresceu com uma estratégia de silêncio e de invisibilidade, à diferença da Cosa Nostra, a máfia siciliana. Esta última está enfraquecida e com seus principais chefões presos, depois de ter lançado nos anos 90 uma guerra contra o Estado.

REDUÇÃO DE IMIGRANTES ILEGAIS DIMINUI CRIMES -
O premier italiano Silvio Berlusconi, ao destacar as iniciativas de seu governo contra a imigração clandestina, disse que a redução dos extracomunitários na Itália significa também "menos forças para engrossar as filas da criminalidade".      Após o término da reunião do Conselho de Ministros na Reggio Calabria, o premier também pediu que a União Europeia (UE) assuma sua responsabilidade nessa luta e que ajude os países das zonas costeiras.    Sobre as ações executadas contra a máfia no país, Berlusconi defendeu que "agredir o patrimônio dos mafiosos será o ponto central do combate ao crime organizado".   Por outro lado, a senadora do Partido Democrata (PD, maior força de oposição), Livia Turco, opinou que a equação de Berlusconi sobre os imigrantes e a criminalidade "é vulgar".

"Todos os dados demonstram que, sem os imigrantes, partes importantes de nossa economia ficariam paralisadas", apontou.

Desde o último ano, graças a um acordo firmado com a Líbia, o governo italiano vem diminuindo significativamente o desembarque de clandestinos na ilha de Lampedusa, no sul do país. O tratado, que chegou a ser criticado pela UE, permite que embarcações com ilegais sejam repatriadas ainda em águas internacionais. Em troca, o governo líbio recebe ajudas e cooperações em diversos setores.

Berlusconi: 10 punti contro la mafia «Meno clandestini, meno criminalità»


REGGIO CALABRIA - Un maxi-piano in dieci punti per combattere la 'ndrangheta e le altre mafie. Lo ha approvato il Consiglio dei ministri che si è svolto a Reggio Calabria. Per istituire l'Agenzia nazionale che gestirà i beni sequestrati alla criminalità organizzata il governo ha scelto la strada del decreto legge. Il resto delle misure è invece contenuto in un disegno di legge. «Rispetto a quello che avevamo annunciato il piano antimafia in dieci punti contiene qualcosa di più. E cioè un codice di leggi antimafia che potrà essere utilizzato da tutte le forze dell'ordine che si occupano di combatterla» ha detto presidente del Consiglio, al termine del vertice del governo. Oltre al codice antimafia, il disegno di legge contiene misure quali la creazione di una mappa nazionale delle organizzazioni criminali; la realizzazione di un sistema di informazione sulle cosche attraverso un desk interforze e interventi contro le infiltrazioni della criminalità organizzata negli appalti.

Berlusconi davanti alla prefettura di Reggio (Ansa)
«MENO CLANDESTINI, MENO CRIMINI» - «Abbiamo fatto un grande lavoro per riassettare tutti gli impianti legislativi per combattere la criminalità organizzata. Il codice ha una veste utile ed efficace per tutti, forze di polizia e magistratura, per una maggiore attività di contrasto alla mafia» ha spiegato Berlusconi al termine del Cdm, sottolineando che la lotta alla criminalità ha tra i principali obiettivi la confisca dei patrimoni mafiosi. Facendo riferimento ai fatti di Rosarno (da cui è scaturita la volontà di organizzare il Consiglio dei ministri in Calabria), il premier ha poi aggiunto: «I risultati sui nostri contrasti all'immigrazione clandestina sono molto positivi e una riduzione degli extracomunitari in Italia significa meno forze che vanno a ingrossare le schiere dei criminali». Parole che hanno suscitato non poche polemiche, meglio specificate poi dal premier nel corso della registrazione di Porta a Porta: «La lotta alla criminalità si fa anche con il contrasto all'immigrazione clandestina, perchè chi viene qui e non ha un lavoro finisce tra le fila delle organizzazioni criminali. Ma il nostro piano straordinario - conclude- va in moltissime direzioni per vincere una lotta antica contro il male nel nostro paese». Dal governo poi un appello a Bruxelles: «Stiamo facendo un'azione molto forte nei confronti dell'Unione europea che deve caricarsi il costo della vigilanza che la Libia e altri Paesi sopportano per fermare e rimpatriare gli immigrati», ha detto Berlusconi.

Da sinistra: Alfano, Maroni, Bossi, in piedi, e Berlusconi (Ap)

MARONI: «AGGREDIRE I PATRIMONI MAFIOSI» - Tornando alla lotta alle mafie, il ministro dell'Interno Roberto Maroni ha spiegato che l'arma di attacco più efficace, accanto alle operazioni di polizia, è quella economica. «La Direzione Investigativa Antimafia è una struttura di eccellenza, che ha tanti compiti, ma da ora in avanti avrà come priorità l'aggressione ai patrimoni mafiosi - ha spiegato il titolare del Viminale -. Credo che fra 15 giorni potremo tornare a Reggio Calabria per insediare qui l'Agenzia per la gestione dei beni confiscati alle mafie». Prospettiva che deriva dal pacchetto contro la criminalità, suddiviso in un ddl e in un decreto. Quest'ultimo proprio per la creazione dell'Agenzia sui beni confiscati. «Nel decreto - ha sottolineato Maroni - si prevede l'immediata costituzione dell'Agenzia dei beni confiscati perchè abbia visione complessiva» e che possa rendere «immediatamente utilizzabili i beni» sequestrati alla criminalità organizzata. Il ministro ha evidenziato i risultati fin qui raggiunti: «Nei 19 mesi del governo Berlusconi sono stati sequestrai 12.111 beni mobili e immobili alle organizzazioni criminali, per un controvalore di 7 miliardi di euro (+100% rispetto allo stesso periodo precedente) e sono stati confiscati 3.122 beni per un controvalore di circa 2 miliardi di euro (+345%)». Il tema della messa all'asta dei beni confiscati è stato controverso nei mesi scorsi: il rischio è che mafia e 'ndrangheta se ne riappropino. «Qualche bello spirito - ha detto a tal proposito Berlusconi - ha detto che i criminali sono pronti a ricomprare i beni sequestrati messi all'asta. Molto bene, vuol dire che noi così li sequestreremo un'altra volta». Per il premier «la mafia, la 'ndrangheta, la camorra e le altre organizzazioni criminali sono una terribile patologia per il Paese: ne paghiamo le conseguenze anche per l'immagine che diamo all'estero per la brutta abitudine di programmi sulla mafia che portano in giro per il mondo questa immagine negativa. Una moda - ha sottolineato il premier - che spero sia ormai finita».

«NO ALLA FICTION SULLA MAFIA» - Berlusconi ha affrontato, poi, in generale, anche il tema dell'attuale scenario politico, affermando che non c'è «nessuno scontro con nessuna istituzione. Non c'è mai stato e non c'è». Dal presidente del Consiglio un affondo sulle fiction dedicate alla criminalità organizzata. «Spero che questa brutta abitudine di fare fiction sulla mafia finisca. Queste fiction hanno danneggiato l'immagine del Paese» ha detto il premier.

LAVORO NERO - A Reggio è stato deciso anche il via libera al piano straordinario Sacconi contro il lavoro nero in Calabria, Campania, Puglia e Sicilia. Prevede che 550 ispettori effettuino controlli in 20mila aziende. Nel mirino i settori dell'agricoltura e dell'edilizia. La task force sarà formata da personale del ministero del Lavoro, dell'Inps e carabinieri. Le ispezioni riguardano in particolare l'uso di mano d'opera anche stagionale, il fenomeno del caporalato e le truffe ai danni dell'Inps attraverso fittizi rapporti di lavoro, attività gestita prevalentemente dalle organizzazioni criminali. Obiettivo: verificare 10mila aziende agricole (2mila in Calabria, 2.500 in Campania, 3mila in Puglia e 2.500 in Sicilia) e altrettanti cantieri (1.346 in Calabria, 3.814 in Campania, 2.564 in Puglia e 2.276 in Sicilia). Nell'edilizia, le ispezioni riguarderanno sia gli appalti privati che quelli pubblici.

DUE MILIONI DI EURO - Particolare attenzione sarà riposta sulla correttezza delle procedure di appalto e subappalto e sul rispetto della normativa antimafia, argomento toccato sia da Maroni sia dal ministro della Giustizia, Alfano. Il piano prevede risorse aggiuntive per quasi due milioni di euro, destinate alle spese di viaggio, vitto e alloggio per gli ispettori provenienti da altre regioni (50, «per assicurare una maggiore trasparenza»). In occasione della riunione del Cdm sono stati presentati i risultati dell'azione ispettiva nel 2009: a fronte di una diminuzione delle violazioni di carattere formale (-28% per la tenuta del libro unico del lavoro), sono fortemente aumentate le violazioni accertate in materia di lavoro nero (+44%), di appalti e somministrazione (+193%), di orario di lavoro (+118%), di rispetto dello Statuto dei lavoratori (+208%), di truffe nei confronti degli Istituti (+483%), di sicurezza sul lavoro (+53%).

ALFANO: 'NDRANGHETA NELLA LEGISLAZIONE - «Da domani la parola 'ndrangheta farà parte della legislazione nazionale» ha spiegato il ministro della Giustizia . «Siamo intervenuti per introdurre nella legislazione italiana la parola 'ndrangheta che prima non figurava. La modifica andrà inserita nel decreto in vigore domani». Si è dunque seguito l'esempio del 1982, quando nel 416 bis si inserì il riferimento alla mafia. «È una grande operazione di natura culturale, ma anche di natura tecnica» che darà maggiori strumenti ai magistrati, ha detto Alfano.

La manifestazione dei lavoratori (Afp)

BERLUSCONI CONTESTATO - Arrivando in prefettura, il premier Berlusconi si è rivolto ad alcuni cittadini che attendevano il suo arrivo: «Siete contenti che abbiamo portato qui il Cmd? Così vi facciamo vedere quello che stiamo facendo contro la criminalità». Ma non c'erano solo sostenitori: così come avvenuto per il pullman che ha portato i ministri, anche il corteo di auto del premier è stato contestato davanti all'ingresso posteriore della prefettura. Tra i manifestanti diversi lavoratori a rischio licenziamento e alcuni che sono già in cassa integrazione. «La nostra azienda non ha più accesso al credito e sta per chiudere. Siamo un centinaio» ha spiegato il capo delegazione della De Masi costruzioni. E un portuale di Gioia Tauro: «In due anni 500 persone hanno perso il posto di lavoro. Siamo qui a chiedere un intervento serio al governo. La 'ndrangheta si sconfigge con il lavoro, non solo con le chiacchiere e potenziando le forze di polizia. Se non c'è occupazione la manovalanza della mafia crescerà».

«MANTERREMO LE PROMESSE» - Il premier si è rivolto ai calabresi anche con un messaggio pubblicato sul quotidiano La Gazzetta del Sud: «La riunione a Reggio Calabria del Consiglio dei ministri è un'altra promessa mantenuta. Il governo, con questo gesto, ribadisce che anche in Calabria lo Stato c'è. La sconfitta della 'ndrangheta e di tutte le altre mafie costituisce per noi l'emergenza più importante, in assoluto. Per questo dobbiamo ripristinare il controllo dello Stato su tutto il territorio, come premessa indispensabile per la riuscita degli interventi sull'economia e sulle infrastrutture che abbiamo già predisposto e in parte già avviato».

http://www.corriere.it/

O museu da música napolitana

Nápoles, Ansa - Uma casa-museu dedicada à canção napolitana, foi inaugurada em um dos bairros mais populares de Nápoles, Chiaiano, com uma área de 500 metros que inclui biblioteca-discoteca, salas de estudo e de ensaios, além de um teatro de 150 lugares.        Dirigido por Peppe Napolitano, que se define como um artesão da canção napolitana, a Casa Museu oferecerá cursos gratuitos de violão, bandolim e alaúde, os três instrumentos principais da música vernácula.     As aulas se destinam a alunos de oito a 13 anos e existirá uma escola de canto para "perpetuar um estilo que se degenerou e que corre o risco de ser esquecido", disse Napolitano.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Notícias








wwwrainews24.it

Músicos italianos promovem maratona jazz pelo Haiti


Alguns dos principais músicos italianos de jazz promoverão a maratona Haitian Fight Song - Jazz for Haiti para arrecadar fundos que serão em seguida destinados ao Fundo de Emergência da organização Médicos Sem Fronteiras, que atua no país caribenho desde 1991.


A iniciativa é do contrabaixista Riccardo Fioravanti e os shows poderão ser acompanhados pelo site de relacionamentos Facebook. As apresentações reunirão desde músicos experientes até novos talentos do jazz italiano.

"A adesão espontânea de colegas e amigos, músicos ou não, ao projeto Haitian Fight Song - Jazz for Haiti demonstra que os sentimentos de compaixão, dor, raiva e fé estão em todas as consciências e podem levar, através da música, recursos às pessoas do Haiti", comentou Fioravanti.

A maratona de jazz será dividida em duas etapas. A primeira, entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro, será realizada nas cidades de Milão, Gênova, Bréscia, Ferrara e Cordenons.

Já a segunda etapa ocorrerá entre 20 e 22 de fevereiro nas cidades de Bolonha, Roma, Nápoles, Bari, Ancona, Pescara, Florença, Cagliari e Turim.

O dinheiro arrecadado ajudará a reconstruir a capital do Haiti, Porto Príncipe, devastada no dia 12 de janeiro por um terremoto de 7 graus na escala Richter, o pior dos últimos 200 anos na região
 
imagem arquivo virtual

Concílio Vaticano II na web


Milão, Ansa - A atualidade e a modernidade do Concílio Vaticano II já estão eletronicamente acessíveis, graças a um site cujo endereço é http://www.vivailconcilio.it/

A inauguração, que ocorreu no último dia 25, coincidiu com o anúncio do grande evento eclesial realizado pelo papa João XXIII na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, há 51 anos.

O site tem entre seus patrocinadores os cardeais Martini, Tucci e Bettazzi e é promovido pelos teólogos Cannobbio, Coda, Dianich, Nardello, Routhier e Vergottini.

Selos para Acireale e Oristano

Duas clássicas manifestações do folclore da Sicília e da Sardenha são retratadas em selos italianos: os Correios Italianos anunciaram para 12 de fevereiro a emissão de dois selos de € 0,60 dedicados à "Sa Sartiglia" de Oristano e ao Carmaval de Acireale.      Os selos fazem parte de uma série de emissões anuais dedicadas ao folclore italiano, que começou no distante ano de 1982.


O selo dedicado ao evento sardo mostra o histórico torneio de cavaleiros (Palio della Giostra Cavalleresca) 'Corsa alla Stella', enquanto o personagem principal - o 'Componidori', representado nos trajes tradicionais característicos, tanto do "Grêmio" dos camponeses como daquele dos madeireiros, galopa na rua da Catedral de Santa Maria Assunta de Oristano, que surge ao fundo.



Já a cena do selo dedicado ao Carnaval de Acireale representa um dos muitos carros alegóricos grotescos, realizados em papel machê pelos mestres, que desfilam pelas ruas da cidade. Ao fundo é possível ver a Catedral de Acireale.

O boletim ilustrativo da emissão terá depoimentos dos prefeitos das duas cidades: Angela Nonnis (Oristano) e Nino Garozzo (Acireale).

Discursos do Duce no Iphone: um sucesso


Roma, Ansa - Um programa que permite ler, ver e ouvir todos os discursos do duce Benito Mussolini no iPhone é o segundo mais baixado pelos italianos, com cerca de mil visitas diárias, segundo a imprensa local.


O fenômeno, escreveu ontem (27) o jornal romano La Repubblica, "surpreende, considerando que o celular da Apple é um culto da geração do Facebook e da web, não de idosos nostálgicos, mas de jovens e jovens adultos que navegam e se informam na Internet".   O aplicativo, que tem seis discursos do ditador, se chama iMussolini e foi criado por um jovem napolitano de 25 anos, Luigi Marino.

"iMussolini" está disponível para usuários há uma semana e já conseguiu, desde seu terceiro dia, mais de mil downloads por dia, disse o jovem ao citado jornal italiano. Por € 0,79 os usuários podem adquirir o aplicativo.

Setenta por cento do lucro vai para Marino, que disse ao La Repubblica estar muito surpreso com o sucesso de sua criação. Agora ele pensa em "melhorá-la com base nas ideias dos usuários".

Fusão de Telecom Italia com Telefónica


Roma, Ansa - O italiano Marco Fossati, acionista do grupo telefônico Telecom Italia, com uma cota de 4,9% afirmou  que "uma fusão entre a Telecom Italia e a Telefónica teria um valor industrial enorme e geraria sinergias significativas".

"Acredito tanto nessa integração que seria favorável a comprar ações da empresa espanhola", declarou Fossati à agência financeira Bloomberg.

Em todo caso, acrescentou, a operação deveria "convencer e recompensar todos os interessados, como os pequenos investidores e os empregados. Um negócio puramente financeiro, sem uma lógica industrial, não seria aceito pelo mercado".     Além disso, concluiu, deveriam "ser garantidos os investimentos nas infraestruturas italianas, incluindo a banda larga, atendendo a pedido do governo para preservar os interesses nacionais".

Há uma semana Fossati já afirmara que uma fusão entre as duas empresas "teria um grande valor industrial. O mercado não seria contrário, desde que fosse respeitado nesta operação".     Em uma entrevista ao jornal Milano Finanza, Fossati afirmou que, se ao contrário "no futuro da Telecom Italia estivesse só o desinvestimento dos socialistas italianos e a compra do controle da Telco por parte dos espanhóis, neste caso estaríamos prontos a empreender uma batalha em todas as instâncias", precisou o jornal econômico.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Imigrantes e locais têm relacionamento complicado na cidade italiana de Rosarno

Pobreza faz italianos e os vindos de fora brigarem no mercado de trabalho.     E a presença da máfia calabresa só complica o conflito.

Rachel Donadio
Do New York Times, em Rosarno

Os números oficiais mostram que há 1.600 agricultores nesta cidade, apenas 36 deles italianos. A realidade, exposta pelos conflitos violentos ocorridos aqui no início de janeiro, era muito diferente: cerca de 1.200 estrangeiros, a maioria deles africanos, ganhavam cerca de US$ 30 por dia, sem registro, colhendo laranja e tangerina. Agora que a cidade está sem mão-de-obra estrangeira, as frutas permanecem nas árvores.

Em outros locais, não se pode viver com US$ 30 por dia. Porém, esta é uma das partes mais pobres da Itália, e os moradores locais não ganham muito, mesmo que a maioria não colha frutas.

"Quem está cuidando de nós?", pergunta Maria Amato, de 39 anos, dona de casa. "Até poucos dias atrás, nós não existíamos."

De um ponto de vista geral, a maior revolta de imigrantes jamais vista na Itália – chocante aqui não apenas pelo ira dos imigrantes, pois alguns deles entraram em conflito com moradores locais, mas também pelos ataques a eles por parte dos moradores da cidade – afeta profundamente a difícil evolução da Itália: de um país de emigrantes para um país que recebe imigrantes.



Visto em 11 de janeiro, local onde ocorreram os confrontos entre imigrantes, moradores locais e policiais na cidade italiana de Rosarno. (Foto: The New York Times)

Um pesquisador italiano pede à França para exumar o corpo de Leonardo da Vinci



As investigações biológicas do mundo de Leonardo Da Vinci continuam. Depois das especulações de um nutricionista sobre o colesterol da Monalisa, agora é a vez de examinar o Leonardo em pessoa.


Um antropólogo italiano, Giorgio Gruppioni, pediu (mas ainda não conseguiu) que a suposta tumba de Leonardo na Loira possa ser reaberta, e que a caveira do gênio italiano possa ser exumado e analisado. Sobretudo para fornecer a prova definitiva de como se parece com a Monalisa, como se o famosos auto-retrato não bastasse.

A permissão oficial por parte das autoridades francesas é só uma questão de tempo, que pode até ser aprovada definitivamente ainda este ano.

Michelangelo no Second Life nos Museus em Comune 2.0



Depois da Roma Antiga em 3D no Google Earth e o Museu virtual da Rua Flaminia antiga, que tem sede permanente em uma sala do Museu Nacional Romano nas termas de Diocleziano, um novo projeto do Sistema Musei Civici (Sistemas Museus Civicos) é apresentado na preparação de mostras no Second Life.


A primeira, foi inaugurada no Experience Italy no domingo 24 janeiro 2010, no PiuBlog.it e no 2LifeCast, traz a Arte de Michelangelo na fase 2.0 com instalação dedicada para “Michelangelo architetto a Roma” (Michelangelo arquiteto em Roma), a mostra está nos Museus Capitolini até 7 de fevereiro de 2010.

Graças a plataforma multimídia dos Museus em Comune 2.0, os rascunhos extraordinários do artista podem se mover em um espaço tridimensional completamente computadorizado e dinâmico, onde os avatar podem aparecer com as fantasias renascentistas criados pelos Ardigraf Design e Donna Flora, e os interpretadores de entrar nas obras de arte de forma mais intensa.


Dia Mundial da Lembrança ao Holocausto




A Assembléia Geral das Nações Unidas instituiu o dia de 27 de Janeiro como o Dia Mundial da Lembrança do Holocausto. A data é uma homenagem aos seis milhões de judeus e às outras vítimas do exterminínio nazi. Vários países, incluindo Grã-Bretanha, Itália e Alemanha, já consideravam 27 de Janeiro o dia da memória das vítimas do Holocausto pois foi nessa data, em 1945, que as tropas soviéticas libertaram o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polónia. A resolução, proposta por Israel, foi co-patrocinada por outros 104 países e aprovada por consenso (sem necessidade de votação).


O texto da resolução rejeita qualquer questionamento de que o Holocausto foi um evento histórico, enfatiza o dever dos Estados-membros de educar futuras gerações sobre os horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença.

O “Dia da Memória” foi formalmente instituído pela República Italiana em 20 de julho de 2000, com a Lei n. 211. As celebrações do Dia da Memória acontecem de maneira coordenada em Roma, à presença do Presidente da República Giorgio Napolitano, e em todas as Embaixadas da Itália no mundo. A data do dia 27 de janeiro foi escolhida pela força do impacto no imaginário coletivo representada pela derrubada dos portões de Auschwitz, acontecida exatamente em 27 de janeiro de 1945. O “Dia da Memória”, por um lado visa lembrar o momento histórico acima citado, por outro pretende manter viva na memória coletiva a Shoah (“catástrofe”, “destruição”, “desolação”, em língua judia), a prisão e o extermínio dos judeus e os heróis que opuseram-se àquele projeto de genocídio, para que nunca mais eventos parecidos possam acontecer novamente.

Redação AI
iagem arquivo virtual

Algumas notícias



Il ministro: «Case meno calde per ridurre lo smog»
http://www.corriere.it/

Chega a 10 o número de mortos na região de Machu Picchu
http://g1.globo.com/

La Francia pronta a vietare il burqa "Anche l'Italia imporrà il divieto"
http://www.lastampa.it/

Giustizia, arriva la legge ad familiam impedimento anche per i coimputati
http://www.repubblica.it/

Una lettera inedita rivela che Wojtyla era pronto
http://www.ilgiornale.it/

Dia internacional em memória das vítimas do Holocausto assinalado hoje
http://www.pteuronews.net/

Italianos confiam nos juízes e em Napolitano


Roma, Ansa - Os italianos têm a máxima confiança em seu chefe de Estado, Giorgio Napolitano, e no sistema judiciário, mas confiam menos no chefe de governo, Silvio Berlusconi, na escola, nos sindicatos e nos partidos políticos, indica uma pesquisa.     O trabalho anual do instituto privado de estudos políticos, econômicos e sociais Eurispes anunciou essa inversão de tendência sobre o afastamento crescente entre os italianos e as instituições em relação aos anos anteriores.       O Relatório Itália 2010 se baseou em entrevistas diretas com questionários entre 1.191 cidadãos, concluídas em princípios de janeiro de 2010.

A confiança dos italianos no presidente Napolitano, segundo o estudo do Eurispes, chegou no último ano a 70%, registrando assim um aumento de 6% sobre o ano anterior.    Esta confiança se verificou principalmente entre os entrevistados com mais de 65 anos (73,3%) e entre aqueles de 45 a 64 anos (73,7%).   Já a confiança dos italianos no governo, liderado por Silvio Berlusconi, diminuiu um pouco na comparação com o ano anterior.    

Os que manifestaram confiança no governo foram agora 26,7%, contra os 27,7% do ano anterior.   Essa porcentagem, no entanto, se mantém bastante constante nos últimos anos, independente de se tratar de um governo de centro-direita ou de centro-esquerda.    Mostraram mais confiança no governo os cidadãos do nordeste (29,4%) do país e os de direita, enquanto que o menor índice se registrou nas ilhas e entre as pessoas de esquerda e centro-esquerda.

Em relação ao Parlamento, os níveis se mantiveram bastante estáveis, com 26,9% contra os 26,2% do ano anterior, com porcentagens mais altas entre as pessoas de direita, centro-direita e centro; e mais baixas entre as de esquerda e centro-esquerda.    Para o Judiciário, a confiança cresceu no ano passado, atingindo 47,8%, com uma alta de 3,4% em relação a 2008.     Neste item, a confiança dos italianos cresceu nos últimos cinco anos e atualmente quase um italiano em dois apóia os magistrados locais.     Os que expressaram menos confiança na magistratura foram os italianos de direita (35,6%) e os de centro-direita (35,4%).

Imigração ilegal: desembarques caíram 90%


Prato, Ansa -  Na Itália os desembarques em 2009 foram 9.573 contra os 36.951 de 2008, com uma redução de 74% sobre uma base anual.


"Este é um resultado importante, fruto do acordo com o governo líbio. A redução é de 90% se considerarmos o período da entrada em vigor do Acordo de amizade, associação e cooperação assinado no ano passado com esse país africano", afirmou na manhã de ontem o ministro italiano do Interior, Roberto Maroni.

Segundo o citado acordo, em troca de cooperação em diversas áreas, a Líbia recebe de volta as embarcações de imigrantes interceptadas ainda em alto-mar, antes do seu desembarque na costa italiana.

Quanto ao gerenciamento das repatriações, Maroni destacou que nos últimos dois anos 42.595 pessoas foram devolvidas a seus países de origem. "Enfrentamos dificuldades nestas operações e nesse sentido cobramos uma maior atuação da Europa, porque um Estado não pode arcar sozinho com todo esse peso, principalmente os que são - como a Itália, os principais destinos dos clandestinos. Tenho a impressão que as coisas estejam mudando. As medidas adotadas pela Itália no combate à imigração clandestina são mais eficazes que as adotadas por outros governos europeus", comentou Maroni.

O governo italiano aposta na ideia de que cada região italiana deveria ter "um centro de identificação e expulsão. Estamos na fase da avaliação desses locais, ouvindo as autoridades locais, das regiões e das províncias", especificou o ministro.

"Estamos fazendo muito na frente da prevenção, acrescentou Maroni. O aviso que se espalha nos países do Magreb é que a Itália já não é o país onde é possível desembarcar e permanecer sem problemas. Não por acaso o último desembarque aconteceu na Córsega".
A propósito, hoje (26) o chanceler italiano Franco Frattini elogiou a postura do presidente francês Nicolas Sarkozy, que no domingo (24) afirmou que a França não aceitará os imigrantes clandestinos e não dará asilo a eles, em se referindo aos cerca de 120 curdos encontrados na última semana em uma praia francesa.

"Não deixarei a França desarmada frente a um fenômeno como o que assistimos na Itália", disse Sarkozy em entrevista à imprensa local.

Na mesma intervenção, o mandatário declarou que proverá "o necessário" ao grupo encontrado na sexta-feira (22) em uma praia da Córsega, "mas os clandestinos não terão direito a asilo. Isso é fundamental para conter todos os outros criminosos, os traficantes" de seres humanos.
Sarkozy se "referia obviamente à Itália do fim de 2008, quando o país absorvia centenas de imigrantes", esclareceu  o chanceler italiano, que reiterou que os novos controles do país, em vigor desde o início de 2009, levaram o fenômeno do fluxo migratório "a uma redução drástica de 90%".

Frattini insiste que toda a Europa deveria empenhar-se na promoção de uma política comum em relação à imigração ilegal.