ROMA, 13 AGO - "Um minuto para refletir, muito menos para reagir", este é o slogan com o qual o Sindicato dos Trabalhadores Intercategorial italiano (SDL) anunciou uma greve de um minuto no próximo dia 6 de setembro, das 12h às 12h01, para todos os funcionários da companhia aérea Alitalia. "Uma greve que merece grande atenção pois exprime a forte preocupação dos funcionários e porque pode ser o início de outras iniciativas", explicou em uma nota a Secretaria Nacional De Transportes Aéreos do sindicato.
Para o sindicato "os trabalhadores precisam conhecer com grande clareza as perspectivas industriais do projeto de recuperação, têm o direito de saber se a solução que virá será capaz de gerir uma cota de mercado relevante e superar definitivamente a estagnação à qual a Alitalia foi levada através de planos industriais falidos e escolhas operativas infelizes, eles têm a convicção de que ninguém deverá ser abandonado sem tutela e sem futuro".
O sindicato, primeiro a se movimentar em direção a uma greve em uma fase de espera pela apresentação do plano de recuperação da companhia aérea de bandeira, advertiu: "se não forem fornecidas respostas completas e convincentes os trabalhadores não irão hesitar em fazer sua voz ser ouvida e irão empregar muito menos de um minuto para bloquear todo o transporte aéreo".
Rompe-se assim, mesmo que com apenas um minuto de greve, a trégua com os sindicatos que estavam acompanhando o trabalho do novo governo para tentar uma solução para a companhia, após duas tentativas de privatização durante o governo de Romano Prodi.
"Nestes longos meses, após a saída de cena da Air France, a novela Alitalia ocupou as páginas dos jornais e inflamou um debate político, entre a hipótese de divisão em duas empresas, uma na qual deixar a passividade e a nova, candidata a representar as novas esperanças do transporte aéreo nacional, a itálica fênix", disse a SDL.
"Os elementos de contorno estão obsessivamente concentrados no número dos excedentes, uma grotesca loteria na qual os milhares de 'excedentes' indicados, de 4 mil a 8 unidades, são indicados como o preço a ser pago pelo futuro relançamento", concluiu o sindicato. (ANSA)
Para o sindicato "os trabalhadores precisam conhecer com grande clareza as perspectivas industriais do projeto de recuperação, têm o direito de saber se a solução que virá será capaz de gerir uma cota de mercado relevante e superar definitivamente a estagnação à qual a Alitalia foi levada através de planos industriais falidos e escolhas operativas infelizes, eles têm a convicção de que ninguém deverá ser abandonado sem tutela e sem futuro".
O sindicato, primeiro a se movimentar em direção a uma greve em uma fase de espera pela apresentação do plano de recuperação da companhia aérea de bandeira, advertiu: "se não forem fornecidas respostas completas e convincentes os trabalhadores não irão hesitar em fazer sua voz ser ouvida e irão empregar muito menos de um minuto para bloquear todo o transporte aéreo".
Rompe-se assim, mesmo que com apenas um minuto de greve, a trégua com os sindicatos que estavam acompanhando o trabalho do novo governo para tentar uma solução para a companhia, após duas tentativas de privatização durante o governo de Romano Prodi.
"Nestes longos meses, após a saída de cena da Air France, a novela Alitalia ocupou as páginas dos jornais e inflamou um debate político, entre a hipótese de divisão em duas empresas, uma na qual deixar a passividade e a nova, candidata a representar as novas esperanças do transporte aéreo nacional, a itálica fênix", disse a SDL.
"Os elementos de contorno estão obsessivamente concentrados no número dos excedentes, uma grotesca loteria na qual os milhares de 'excedentes' indicados, de 4 mil a 8 unidades, são indicados como o preço a ser pago pelo futuro relançamento", concluiu o sindicato. (ANSA)








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