Antigo Cassino da Urca dará lugar ao Instituto Europeu de Design.Moradores se dividem no julgamento sobre o novo projeto.
Dessa vez o rei Roberto Carlos, que tem fama de ficar sempre "em cima do muro" e ser avesso a polêmicas, resolveu se manifestar contra a instalação de uma unidade do Instituto Europeu de Design (IED) na Urca, Zona Sul do Rio, onde mora. A placa com os dizeres “IED aqui não” está na entrada do estúdio do cantor e na fachada de diversas casas do bairro. O prédio onde funcionava o Cassino da Urca, no número 13 da Avenida João Luís Alves, foi o escolhido para sediar o IED. Além de ser a casa de Roberto Carlos, a Urca é conhecida por ser calma, segura e o ponto de partida dos bondinhos que levam turistas e cariocas até o Pão de Açúcar.
O Cassino funcionou de 1934 a 1946, mas, após ser desativado, a construção ficou abandonada por mais de 20 anos e foi se decompondo. Depois de alguns projetos frustrados, a prefeitura cedeu o prédio ao IED para criar um instituto que terá cursos para estudantes de design.
Assim que os detalhes da obra vieram a público, o burburinho começou a se armar e a Associação de Moradores da Urca (Amour) declarou guerra à proposta.
Moradora do bairro há 38 anos, Norma Marques, afirmou que a tranqüilidade da Urca irá acabar. Segundo ela, uma rede de bares já comprou algumas lojas e irão se instalar nas redondezas do futuro instituto.“Nós, moradores, estamos indignados com esse projeto. O bairro é residencial e não possui infra-estrutura suficiente para comportar o IED. Estamos unidos e queremos evitar que isso aconteça", desabafa.Também residente da Urca, Daniel Ribeiro, garante que o instituto levará uma enxurrada de pessoas ao bairro, o que poderá dar um nó no trânsito, inviabilizar e tumultuar a vida na região. Além disso, destruirá heranças histórias que foram cultivadas nos arredores.
O síndico de um dos prédios da Avenida São Sebastião, Luis Pamplona, mora no bairro há 56 anos e se mostra favorável ao projeto. Para ele, a obra pode rejuvenescer um bem público, melhorar o aspecto paisagístico do local e enriquecer a vida cultural da cidade."Manter o prédio caindo aos pedaços será prejudicial ao bairro. Os mendigos dormem e urinam por lá. Já chegaram até mesmo a localizar foco de dengue", afirma.A moradora da Urca, Irene Aires, garante que o IED será bem vindo somente se a promessa de construir um estacionamento distante das casas funcionar. “Se os carros tiverem local certo para parar e o acesso à faculdade for feito através dos ônibus, isso não irá interferir na nossa rotina, pelo contrário, dará mais vida ao bairro e para todos nós”, contou.
Como parece, a Urca está dividida. Mas o rei já decidiu o seu lado.
O Cassino funcionou de 1934 a 1946, mas, após ser desativado, a construção ficou abandonada por mais de 20 anos e foi se decompondo. Depois de alguns projetos frustrados, a prefeitura cedeu o prédio ao IED para criar um instituto que terá cursos para estudantes de design.
Assim que os detalhes da obra vieram a público, o burburinho começou a se armar e a Associação de Moradores da Urca (Amour) declarou guerra à proposta.
Moradora do bairro há 38 anos, Norma Marques, afirmou que a tranqüilidade da Urca irá acabar. Segundo ela, uma rede de bares já comprou algumas lojas e irão se instalar nas redondezas do futuro instituto.“Nós, moradores, estamos indignados com esse projeto. O bairro é residencial e não possui infra-estrutura suficiente para comportar o IED. Estamos unidos e queremos evitar que isso aconteça", desabafa.Também residente da Urca, Daniel Ribeiro, garante que o instituto levará uma enxurrada de pessoas ao bairro, o que poderá dar um nó no trânsito, inviabilizar e tumultuar a vida na região. Além disso, destruirá heranças histórias que foram cultivadas nos arredores.
O síndico de um dos prédios da Avenida São Sebastião, Luis Pamplona, mora no bairro há 56 anos e se mostra favorável ao projeto. Para ele, a obra pode rejuvenescer um bem público, melhorar o aspecto paisagístico do local e enriquecer a vida cultural da cidade."Manter o prédio caindo aos pedaços será prejudicial ao bairro. Os mendigos dormem e urinam por lá. Já chegaram até mesmo a localizar foco de dengue", afirma.A moradora da Urca, Irene Aires, garante que o IED será bem vindo somente se a promessa de construir um estacionamento distante das casas funcionar. “Se os carros tiverem local certo para parar e o acesso à faculdade for feito através dos ônibus, isso não irá interferir na nossa rotina, pelo contrário, dará mais vida ao bairro e para todos nós”, contou.
Como parece, a Urca está dividida. Mas o rei já decidiu o seu lado.
Do Globo on line









Um comentário:
Parabéns pela página na internet. Não sou contra o progresso da humanidade mas acima de tudo o meio ambiente e a vida normal das pessoas precisam ser preservadas. E para que isto possa ser realidade, temos que nos unir pois a união faz a força. Deus criou o mundo perfeito mas o homem faz coisas erradas que nos atingem no dia a dia. Roberto Carlos tem razão, principalmente por ser um grande amante da natureza. agradeço a oportunidade. CARLOS ROBERTO MEREB - Caixa Postal, 463 - cep 96200970 - Rio Grande - RS. robertomereb@hotmail.com. CONHEÇO O RIO E A URCA. TENHO FAMILIARES NA CIDADE MARAVILHOSA.
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