Nápoles, 16 jan, Ansa - A polícia italiana apreendeu nesta sexta-feira 100 milhões de euros em bens de um empresário acusado de facilitar atividades da Camorra (máfia napolitana), segundo informaram fontes oficiais. Os agentes confiscaram pelo menos 16 terrenos e 61 imóveis, localizados nas províncias de Nápoles (sul da Itália), Arezzo e Pisa (centro), automóveis e cotas de sociedades empresariais. A apreensão faz parte de operação que em maio de 2008 prendeu 23 membros da polícia municipal e três funcionários do escritório técnico da prefeitura de Giugliano, na Campânia, além de 11 empresários e dois técnicos de confiança da administração da cidade. Segundo a polícia italiana, a investigação descobriu um sistema "endêmico e generalizado" de corrupção, que inclui vínculos entre setores da construção civil e funcionários da prefeitura de Giugliano responsáveis pelo controle urbanístico da região. O esquema de corrupção consistia em subornar funcionários públicos para receber em troca tratamento privilegiado, a fim de facilitar negócios dos Casalesi e dos Mallardo, clãs da Camorra. sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Polícia apreende 100 milhões de euros de empresário de ajudar máfia
Nápoles, 16 jan, Ansa - A polícia italiana apreendeu nesta sexta-feira 100 milhões de euros em bens de um empresário acusado de facilitar atividades da Camorra (máfia napolitana), segundo informaram fontes oficiais. Os agentes confiscaram pelo menos 16 terrenos e 61 imóveis, localizados nas províncias de Nápoles (sul da Itália), Arezzo e Pisa (centro), automóveis e cotas de sociedades empresariais. A apreensão faz parte de operação que em maio de 2008 prendeu 23 membros da polícia municipal e três funcionários do escritório técnico da prefeitura de Giugliano, na Campânia, além de 11 empresários e dois técnicos de confiança da administração da cidade. Segundo a polícia italiana, a investigação descobriu um sistema "endêmico e generalizado" de corrupção, que inclui vínculos entre setores da construção civil e funcionários da prefeitura de Giugliano responsáveis pelo controle urbanístico da região. O esquema de corrupção consistia em subornar funcionários públicos para receber em troca tratamento privilegiado, a fim de facilitar negócios dos Casalesi e dos Mallardo, clãs da Camorra.








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